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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Cedae confirma volta do funcionamento da estação do Guandu

Cedae confirma volta do funcionamento da estação do Guandu

Companhia avisa que o abastecimento pode levar até 72 horas para ser normalizado em algumas regiões

Por O Dia

    Tratamento de água na estação foi interrompido na tarde desta segunda
    Tratamento de água na estação foi interrompido na tarde desta segunda - Philippe Lima / Governo do estado
    Rio - A Cedae informou que a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Rio Guandu voltou a funcionar desde às 9h desta terça-feira. Os trabalhos na ETA, que fica em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, estavam paralisados desde o fim da tarde de ontem, após a companhia detectar detergente próximo à área de captação de água da estação.
    Apesar do retorno no abastecimento, a companhia ressalta que alguns locais podem levar até 72 horas para voltar a ter água.
    "A reabertura das comportas do canal principal da estação ocorreu após técnicos da companhia constatarem que não há risco à operação. O abastecimento já foi retomado – de forma gradativa por motivos de segurança operacional -, mas em alguns locais, como ruas altas, pode levar até 72 horas para se restabelecer completamente", a companhia avisou, em nota.

    Galeria de Fotos

    Espuma que teria sido registrada na estação do GuanduREPRODUÇÃO / INTERNET
    Espuma que teria sido registrada na estação do GuanduREPRODUÇÃO / INTERNET
    POLÍCIA NO GUANDU
    Policiais da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) estiveram na estação de Guandu menos de 24 horas depois de a Cedae anunciar a paralisação da ETA. Ainda não há informações sobre o motivo da visita dos agentes.
    A DDSD já esteve em Guandu em outras duas ocasiões, durante as investigações sobre um possível envolvimento externo na qualidade da água da CedaeVários funcionários da companhia, dentre eles o presidente Hélio Cabralchegaram a ser ouvidos no inquérito aberto pela Polícia Civil.
    A crise hídrica que culminou com uma investigação policial começou no início de janeiro, quando moradores da capital e da Baixada começaram a reclamar que a água que chegava às casas deles estava barrenta e com cheiro ruim. Depois da reclamação, a Cedae informou que técnicos da companhia detectaram a presença de geosmina (substância orgânica produzida por algas) na água e que ela não representa nenhum risco à saúde dos consumidores.
    Para resolver o problema da geosmina, a companhia passou a usar, desde o dia 23 de janeiro, carvão ativado purificado no tratamento da água da estação de Guandu. A Cedae também começou a despejar argila ionicamente modificada na lagoa próxima à captação de água. A medida é para diminuir a proliferação das algas que liberam a geosmina.
    O DIA

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