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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Comissão de Transportes da Alerj pede suspensão da redução na circulação da SuperVia

 Comissão de Transportes da Alerj pede suspensão da redução na circulação da SuperVia

Nesta quinta-feira, a SuperVia deu início às reduções na grade operacional de todos os ramais. Segundo a concessionária, o objetivo é adequar a operação dos trens à atual demanda de clientes


SuperVia reduz circulação de trens e passageiros reclamaram do serviço oferecido pela concessionária
Reginaldo Pimenta / Agencia O Dia


Rio - O presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Dionísio Lins, entrou com uma representação na Promotoria de Tutela de Defesa do Consumidor do Ministério Público, pedindo que 80% dos trens da SuperVia voltem a circular imediatamente. Nesta quinta-feira, a empresa deu início às reduções na grade operacional de todos os ramais. Segundo a concessionária, o objetivo é adequar a operação dos trens à atual demanda de clientes – 40% menos em relação ao que era observado antes da pandemia.


"Usar a pandemia para justificar a redução do número de composições e ajustes nos horários é covardia. Esse problema de superlotação já vem de longa data e sempre foi cobrado pela comissão e pelos usuários. Fala-se tanto em reduzir a aglomeração de pessoas devido a covid-19, mas com essa decisão desastrosa, fica claro que a empresa não está preocupada com isso e sim em faturar; já que empresário não faz caridade. Fica a pergunta: Quem vai fiscalizar a aglomeração e o uso de máscara e álcool em gel nas plataformas e composições? Essa responsabilidade é da SuperVia", questionou Dionísio Lins.


Na representação, o deputado pede que caso as determinações não sejam cumpridas, que a concessão da SuperVia seja suspensa e até cassada por descumprimento de cláusulas contratuais.


SuperVia precisará se explicar

Na manhã desta quinta, Dionísio Lins, encaminhou um requerimento de informações onde pediu cópia do contrato de concessão, a grade de horários e o número de composições existentes e que estejam em funcionamento.Ele explicou ainda que, apesar que haver cláusulas contratuais, antes de alterar horários e reduzir o número de vagões, seria correto que a direção da empresa realizasse e divulgasse um estudo técnico sobre o impacto que isso causaria aos milhares de usuários que precisam se locomover de casa para o trabalho e vice-versa diariamente. Para ele, os usuários devem estar em primeiro lugar e não devem pagar essa conta.


"Os moradores de bairros e regiões mais distantes têm o trem como um transporte rápido de locomoção e dentro de sua realidade financeira. Imagine se eles tiverem que pegar um ou dois ônibus para concluir a viagem? Chega de querer levar vantagem sobre uma parte da população menos favorecida e que viaja todos os dias em composições sujas é sem segurança", finalizou.


POR O DIA

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