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terça-feira, 26 de maio de 2020

Rio continua Lindo !

PF faz operação no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador do Rio, Wilson Witzel. Carla Zambelli, aliada de Bolsonaro, citou investigações da PF um dia antes da operação. Latam pede recuperação judicial nos EUA. Brasil ultrapassa as 23.000 mortes por covid-19 e se aproxima de 380.000 infecções. As últimas notícias da crise do coronavírus e da crise pública e política, ao vivo


Policiais em frente ao Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador Wilson Witzel do Rio de Janeiro, alvo de mandados de busca e apreensão da PF na operação Placebo, que investiga desvio de dinheiro público na gestão da crise do coronavírus.PILAR OLIVARES / REUTERS

A Polícia Federal investiga o desvio de dinheiro público na área da saúde no Rio de Janeiro em meio à pandemia do coronavírus. Desde o início da manhã desta terça-feira, policiais federais cumprem 12 mandados de busca e apreensão em vários endereços no Rio de Janeiro e em São Paulo, entre eles no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador Wilson Witzel, e no Palácio da Guanabara, sede do Governo fluminense. Embora as operações da PF sejam sigilosas, a deputada federal Carla Zambelli citou que governadores seriam investigados e que haveria uma operação em andamento (que ela chamou de Covidão), em entrevista a uma rádio na véspera da Operação Placebo. Witzel é desafeto do presidente Jair Bolsonaro, de quem Zambelli é aliado. O Brasil soma 23.473 mortes pela covid-19, segundo dados do Ministério da Saúde, sendo 4.105 vítimas no Estado do Rio.
Veja os destaques da cobertura nesta terça-feira:
PF faz operação na residência oficial do governador do Rio, Wilson Witzel.
Carla Zambelli, aliada de Bolsonaro, citou investigações da PF um dia antes da operação.
Empresário Paulo Marinho depõe mais uma vez sobre suposta interferência de Bolsonaro na PF.
Latam pede recuperação judicial nos Estados Unidos.
Brasil ultrapassa as 23.000 mortes por covid-19 e se aproxima de 380.000 infecções; 153.833 pessoas que contraíram o vírus e se recuperaram.
OMS interrompe ensaio clínico com cloroquina em pacientes com covid-19.
Exame de Dias Toffoli dá negativo para coronavírus, mas ele fará contraprova.

Witzel nega participação em irregularidades e acusa Bolsonaro de interferência na PF

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, se manifestou através de nota sobre a operação feita pela Polícia Federal no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador, na manhã desta segunda-feira. "Não há absolutamente nenhuma participação ou autoria minha em nenhum tipo de irregularidade nas questões que envolvem as denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal", se defendeu ele.
Witzel também acusa o presidente Jair Bolsonaro, que se tornou um inimigo político desde o início da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, de interferência na PF de seu Estado para prejudicar o governador. Ele lembra que Carla Zambelli, deputada aliada de Bolsonaro, disse que "já tem alguns governadores sendo investigados pela Polícia Federal” um dia antes da operação.
"Estranha-me e indigna-me sobremaneira o fato absolutamente claro de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra limpidamente que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará. A interferência anunciada pelo presidente da República está devidamente oficializada", diz a nota.
"Estou à disposição da Justiça, meus sigilos abertos e estou tranquilo sobre o desdobramento dos fatos", continua o texto. "Sigo em alinhamento com a Justiça para que se apure rapidamente os fatos. Não abandonarei meus princípios e muito menos o Estado do Rio de Janeiro".  Por Diogo Magri

Celso de Mello nega pedido de Flávio Bolsonaro para ter acesso a depoimento de Paulo Marinho

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou em decisão da noite de segunda-feira pedido do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) para ter acesso ao depoimento do empresário Paulo Marinho à Polícia Federal no âmbito de inquérito que investiga as acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro de que o presidente Jair Bolsonaro, pai do parlamentar, buscou interferir na PF.
Na decisão, o ministro argumentou que Flávio Bolsonaro não é objeto de investigação neste inquérito e lembrou que determinou sigilo do depoimento de Marinho, que é suplente do filho do presidente e pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro na eleição deste ano pelo PSDB. (Reuters)   Por   Daniela Mercie

Carla Zambelli, aliada de Bolsonaro, citou investigações da PF um dia antes da operação

A deputada federal Carla Zambelli (PSL) —uma das principais aliadas de Jair Bolsonaro no Congresso—, disse na segunda-feira que a Polícia Federal realizaria operações para investigar irregularidades cometidas por governadores durante a pandemia.
Ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, Zambelli afirmou, sem citar o nome de Wilson Witzel: A gente já teve algumas operações da Polícia Federal que estavam ali, na agulha, para sair, mas não saíam. E a gente deve ter, nos próximos meses, o que a gente vai chamar, talvez, de Covidão ou de... não sei qual vai ser o nome que eles vão dar... mas já tem alguns governadores sendo investigados pela Polícia Federal”.
A declaração da parlamentar causou estranhamento por acontecer um dia antes da operação da PF que fez buscas e apreensão nas sedes do Governo do Rio e da residência de Witzel. Isso porque, as investigações PF são sigilosas e Witzel é um desafeto de Bolsonaro. A fala de Zambelli também ocorre no contexto em que o presidente está sendo investigado pela suposta interferência na Polícia Federal, o que ele nega.
Ao site Congresso em Foco, Zambelli afirmou que obteve informações da própria imprensa. Por Marina Novaes

Latam pede recuperacão judicial nos EUA

A Latam Airlines entrou com um pedido de "reorganização e reestruturação voluntária de sua dívida" nos EUA, com base no Capítudo 11 da Lei de Falências norte-americana, que permite negociar com os credores para reduzir sua dívida, acessar novas fontes de financiamento e continuar operando, enquanto adapta seus negócios à nova realidade trazida pela pandemia de coronavírus.
O pedido contempla as afiliadas no Chile, Peru, Colômbia, Equador e Estados Unidos. Já Brasil, Argentina e Paraguai não estão incluídas no processo de reorganização, mas a empresa informa que "está em discussão com o Governo Brasileiro sobre próximos passos e suporte financeiro às operações brasileiras".
A reestruturação tem apoio das famílias fundadoras Cueto e Amaro, e da Qatar Airways, os maiores acionistas da Latam. O grupo garantiu o suporte financeiro de acionistas para a obtenção de até 900 milhões de dólares em um financiamento DIP (debtor-in-possession, em inglês). A companhia informou ainda que está aberta para aceitar outros acionistas interessados em participar do processo de financiamento adicional. Até o momento do pedido, o grupo tinha aproximadamente 1,3 bilhões de dólares em dinheiro disponível.
A empresa ressalta que o processo é diferente dos conceitos de quebra, falência ou liquidação. "A Latam pretende contar com um alívio específico que permitirá ao grupo pagar funcionários, cumprir obrigações em relação a benefícios, pagar fornecedores críticos e realizar outras operações comerciais diárias à medida que trabalha com o tribunal e os credores para resolver seu caso", informou em nota. Além disso, sob a proteção do Capítulo 11, a equipe de gestão do grupo permanecerá a mesma durante o processo de reorganização.
“A Latam entrou na pandemia de covid-19 como um grupo de companhias aéreas saudável e lucrativo, mas circunstâncias excepcionais resultaram em um colapso na demanda global que não apenas levou a aviação a praticamente uma paralisação, mas também mudou o setor para o futuro próximo”, informou Roberto Alvo, CEO da emprsa, por meio de nota. 
Por Regiane Oliveira

São Paulo , Brasília , Madri 


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