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quinta-feira, 1 de julho de 2021

Brasil Por O DIA.

 Pacheco: 'superpedido' de impeachment contra Bolsonaro não pode ser banalizado

O presidente do Senado também afirma que o momento é de 'pacificação e diálogo permanente'


              A proposta já estava pronta para ser enviada à sansão do presidente Jair Bolsonaro
              Marcelo Camargo/Agência Brasil

             POR ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que o "superpedido" de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, apresentado à Câmara dos Deputados na quarta-feira (30), "não pode ser banalizado". Segundo ele, cabe agora ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), trabalhar com responsabilidade e analisar o documento "à luz de muita técnica e de muita profundidade. Inclusive, em respeito àqueles que protocolaram outros pedidos de impeachment", pontuou, em entrevista à CBN.
Pacheco avaliou que o governo Bolsonaro passa por um "momento de dificuldade", mas que elas não advêm apenas das recentes acusações contra o presidente na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid de suposta fraude nos contratos de compra da vacina Covaxin. "É um problema maior da Nação, o enfrentamento à pandemia e a forma como lidamos com ela", declarou.
Conforme análise, o governo, "como todos os países do mundo", acumulou erros e acertos no combate à covid-19. Dentre os erros, Pacheco destaca o atraso no cronograma de vacinação nacional, a dificuldade de acesso às vacinas, as trocas sucessivas de ministros da Saúde e a falta de alinhamento entre o governo com Estados e municípios.
Para ele, diante das mais de meio milhão de mortes por covid-19 no Brasil, é necessário identificar os responsáveis pelos erros cometidos na pandemia, mas também é preciso olhar adiante. "Até porque nós não podemos subestimar uma terceira onda da doença".
Ao mesmo tempo em que reconhece ser um momento de dificuldade para o governo, o presidente do Senado também acena que é um momento de "pacificação e diálogo permanente", uma vez que avalia que, antes de ser uma crise no governo, é uma crise nacional. Segundo Pacheco, como presidente do Senado, cabe a responsabilidade de encontrar soluções.
"Mantenho o diálogo permanente com o governo federal, com o próprio presidente da República, com o presidente da Câmara, com o presidente do Supremo, para encontrarmos, nesse momento que nós estamos vivendo, de crise de desbastamento das relações, uma forma de encontrar métodos de consenso para poder avançar projetos".


  POR ESTADÃO CONTEÚDO

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